[:pb]O cibercrime é a maior ameaça para todas as empresas do mundo e um dos maiores problemas da civilização moderna. O impacto na sociedade é refletido nos números.

As projeções de custos e danos feitas pelas empresas de consultoria da área baseiam-se em cifras históricas do cibercrime, que apresentam um acelerado crescimento anual, um aumento dramático das atividades hostis de hackers patrocinados pelo crime organizado e até mesmo por governos e uma variedade de formas e técnicas dos ataques cibernéticos, cada vez mais complexos.

Os custos do cibercrime incluem danos e destruição de dados, roubo de ativos financeiros, perda de produtividade, roubo de propriedade intelectual, roubo de dados pessoais e financeiros, peculato, fraude, interrupção pós-ataque das operações normais dos negócios, investigação forense, restauração e exclusão de dados e sistemas violados, além de danos à reputação das empresas.

Vários estudos apontam que a maioria das organizações está despreparada para enfrentar essas ameaças. O grau de dificuldade em proteger as empresas contra ataques cibernéticos cresce proporcionalmente em função de vários fatores, como o surgimento crescente dos atores das ameaças, o aumento de dispositivos interconectados e a enorme quantidade de dados que precisam ser protegidos. Esses são os pontos críticos que estão contribuindo de forma mais intensa para esse complexo desafio.

O cenário mundial

Gartner estimou que os gastos mundiais em produtos e serviços de segurança da informação (um subconjunto do mercado de segurança cibernética) chegaram a mais de US$ 114 bilhões em 2018, representando um aumento de 12,4% em relação a 2017. Segundo eles, esse número deve crescer 8,7% em 2019, chegando a US$ 124 bilhões.

A pesquisa “Forecast: Information Security, Worldwide, 2016-2022, 2Q18 Update” do Gartner, revelou que os três principais impulsionadores dos gastos com segurança são: (1) os riscos de segurança; (2) necessidades do negócio; e (3) mudanças na indústria. As preocupações comprivacidade também estão se tornando um fator importante. O Gartner acredita que as preocupações com proteção de dados impulsionarão pelo menos 10 por cento da demanda do mercado por serviços de segurança até o fim de 2019 e afetarão uma variedade de segmentos, como gerenciamento de identidade e acesso (IAM), governança e administração de identidade (IGA) e prevenção de perda de dados (DLP).

Gastos de segurança em todo o mundo por segmento 2017-2019

 

O estudo identificou as principais tendências que afetaram e afetarão os gastos com segurança da informação em 2018-2019:

  • Pelo menos 30% das organizações gastarão em serviços de consultoria e implementação relacionados à conformidade com a legislação de proteção de dados, como a LGPD, Bacen 4.658, GDPR, etc.
  • A gestão de riscos e as preocupações com a privacidade nas iniciativas de transformação digital levarão a gastos com serviços adicionais de segurança para mais de 40% das organizações até 2020.
  • Os serviços (por assinatura e gerenciados) representarão pelo menos 50% da entrega de software de segurança até 2020.

Como as organizações podem melhorar suas capacidades rapidamente?

A pesquisa “Global Information Security Survey 2018-19” da consultoria EY apresenta um quadro mostrando como mais de 1.400 organizações de todo o mundo, inclusive do Brasil, estão trabalhando sua segurança cibernética, o que elas estão fazendo por si mesmas e onde procuraram ajuda:

 

Quais das seguintes funções de segurança você está realizando internamente ou está terceirizando?

 

Quais funções de sua central de operações são terceirizadas?

Quais das seguintes funções de segurança você está realizando internamente ou está terceirizando?

  • Monitoramento de segurança
  • Avaliação de vulnerabilidade
  • Self-phishing
  • Gerenciamento de risco de fornecedores
  • Gerenciamento de identidade e acesso
  • Proteção de dados / DLP
  • Exercícios individuais (ex: configuração de ISMS)
  • Atividades específicas de segurança da informação

Quais funções da sua central de operações de segurança são terceirizadas?

  • Monitoramento de segurança de rede em tempo real
  • Investigação de incidentes
  • Análise forense digital e malware
  • Registro de inteligência de ameaças e feeds
  • Análise de inteligência de ameaças
  • Criação e entrega de exercícios de segurança cibernética
  • Varredura e gerenciamento de vulnerabilidades
  • Testes de penetração

Use a tecnologia adequada para proteger de seus ativos digitais

Considerando que os bancos de dados contêm os ativos mais valiosos de uma empresa, é fundamental monitorar seu acesso e automatizar os controles de conformidade, de acordo com as normas regulatórias. Uma plataforma de segurança corporativa deve conter um módulo para monitoramento e auditoria de acesso a dados, que possibilite:

  • Identificar e classificar dados sensíveis;
  • Analisar e apontar vulnerabilidades no banco de dados;
  • Monitorar acesso a dados sensíveis;
  • Garantir o cumprimento das políticas de segurança;
  • Facilitar e reduzir custos de conformidade através de automatização de processos e relatórios, e políticas predefinidas;
  • Analisar continuamente o tráfego, permitindo gerar alertas em tempo real, colocar usuários suspeitos em quarentena, bloquear acessos indevidos e mascarar o retorno da consulta, evitando a exposição de dados sensíveis.

A arquitetura ideal dessa plataforma deve oferecer:

  • Excepcional escalabilidade da solução;
  • Compatibilidade com grande variedade de plataformas de banco de dados e tecnologias de Big Data;
  • Redução de custos operacionais, através da centralização de controles;
  • Transparência ao ambiente operacional, sem exigir alterações de configuração no banco de dados ou aplicações.

Outro exemplo de tecnologia moderna e eficaz para proteção contra violações são as plataformas de simulação de ataques, que atuam para quantificar os riscos da empresa e validar seus controles de segurança, visando prever os movimentos de um invasor.

Com essa ferramenta, é possível simular violações em toda a cadeia de ataques, desde como um invasor pode se infiltrar em seu ambiente, até o movimento lateral e a exfiltração de dados. Não se trata apenas de descobrir quais dispositivos ou aplicativos são vulneráveis ou exploráveis. Trata-se de validar seu ambiente específico de negócios e conhecer os caminhos possíveis para uma invasão maliciosa, tomando como base um playbook completo dos métodos de violação.

O cibercrime é uma consequência natural da expansão dos ambientes favoráveis aos ataques cibernéticos e uma visão realista dos riscos e ameaças que enfrentamos ajudará as organizações e os consumidores a se protegerem melhor.

Apesar da epidemia dos ataques cibernéticos, as modernas tecnologias de proteção prometem tornar o mundo um lugar mais seguro. Um grande número de empresas de segurança cibernética está inovando, trazendo produtos de ponta e criando novos serviços na guerra contra o cibercrime.

 [:en]O cibercrime é a maior ameaça para todas as empresas do mundo e um dos maiores problemas da civilização moderna. O impacto na sociedade é refletido nos números.

As projeções de custos e danos feitas pelas empresas de consultoria da área baseiam-se em cifras históricas do cibercrime, que apresentam um acelerado crescimento anual, um aumento dramático das atividades hostis de hackers patrocinados pelo crime organizado e até mesmo por governos e uma variedade de formas e técnicas dos ataques cibernéticos, cada vez mais complexos.

Os custos do cibercrime incluem danos e destruição de dados, roubo de ativos financeiros, perda de produtividade, roubo de propriedade intelectual, roubo de dados pessoais e financeiros, peculato, fraude, interrupção pós-ataque das operações normais dos negócios, investigação forense, restauração e exclusão de dados e sistemas violados, além de danos à reputação das empresas.

Vários estudos apontam que a maioria das organizações está despreparada para enfrentar essas ameaças. O grau de dificuldade em proteger as empresas contra ataques cibernéticos cresce proporcionalmente em função de vários fatores, como o surgimento crescente dos atores das ameaças, o aumento de dispositivos interconectados e a enorme quantidade de dados que precisam ser protegidos. Esses são os pontos críticos que estão contribuindo de forma mais intensa para esse complexo desafio.

O cenário mundial

Gartner estimou que os gastos mundiais em produtos e serviços de segurança da informação (um subconjunto do mercado de segurança cibernética) chegaram a mais de US$ 114 bilhões em 2018, representando um aumento de 12,4% em relação a 2017. Segundo eles, esse número deve crescer 8,7% em 2019, chegando a US$ 124 bilhões.

A pesquisa “Forecast: Information Security, Worldwide, 2016-2022, 2Q18 Update” do Gartner, revelou que os três principais impulsionadores dos gastos com segurança são: (1) os riscos de segurança; (2) necessidades do negócio; e (3) mudanças na indústria. As preocupações comprivacidade também estão se tornando um fator importante. O Gartner acredita que as preocupações com proteção de dados impulsionarão pelo menos 10 por cento da demanda do mercado por serviços de segurança até o fim de 2019 e afetarão uma variedade de segmentos, como gerenciamento de identidade e acesso (IAM), governança e administração de identidade (IGA) e prevenção de perda de dados (DLP).

 

O estudo identificou as principais tendências que afetaram e afetarão os gastos com segurança da informação em 2018-2019:

  • Pelo menos 30% das organizações gastarão em serviços de consultoria e implementação relacionados à conformidade com a legislação de proteção de dados, como a LGPD, Bacen 4.658, GDPR, etc.
  • A gestão de riscos e as preocupações com a privacidade nas iniciativas de transformação digital levarão a gastos com serviços adicionais de segurança para mais de 40% das organizações até 2020.
  • Os serviços (por assinatura e gerenciados) representarão pelo menos 50% da entrega de software de segurança até 2020.

Como as organizações podem melhorar suas capacidades rapidamente?

A pesquisa “Global Information Security Survey 2018-19” da consultoria EY apresenta um quadro mostrando como mais de 1.400 organizações de todo o mundo, inclusive do Brasil, estão trabalhando sua segurança cibernética, o que elas estão fazendo por si mesmas e onde procuraram ajuda:

 

 

Quais das seguintes funções de segurança você está realizando internamente ou está terceirizando?

  • Monitoramento de segurança
  • Avaliação de vulnerabilidade
  • Self-phishing
  • Gerenciamento de risco de fornecedores
  • Gerenciamento de identidade e acesso
  • Proteção de dados / DLP
  • Exercícios individuais (ex: configuração de ISMS)
  • Atividades específicas de segurança da informação

Quais funções da sua central de operações de segurança são terceirizadas?

  • Monitoramento de segurança de rede em tempo real
  • Investigação de incidentes
  • Análise forense digital e malware
  • Registro de inteligência de ameaças e feeds
  • Análise de inteligência de ameaças
  • Criação e entrega de exercícios de segurança cibernética
  • Varredura e gerenciamento de vulnerabilidades
  • Testes de penetração

Use a tecnologia adequada para proteger de seus ativos digitais

Considerando que os bancos de dados contêm os ativos mais valiosos de uma empresa, é fundamental monitorar seu acesso e automatizar os controles de conformidade, de acordo com as normas regulatórias. Uma plataforma de segurança corporativa deve conter um módulo para monitoramento e auditoria de acesso a dados, que possibilite:

  • Identificar e classificar dados sensíveis;
  • Analisar e apontar vulnerabilidades no banco de dados;
  • Monitorar acesso a dados sensíveis;
  • Garantir o cumprimento das políticas de segurança;
  • Facilitar e reduzir custos de conformidade através de automatização de processos e relatórios, e políticas predefinidas;
  • Analisar continuamente o tráfego, permitindo gerar alertas em tempo real, colocar usuários suspeitos em quarentena, bloquear acessos indevidos e mascarar o retorno da consulta, evitando a exposição de dados sensíveis.

A arquitetura ideal dessa plataforma deve oferecer:

  • Excepcional escalabilidade da solução;
  • Compatibilidade com grande variedade de plataformas de banco de dados e tecnologias de Big Data;
  • Redução de custos operacionais, através da centralização de controles;
  • Transparência ao ambiente operacional, sem exigir alterações de configuração no banco de dados ou aplicações.

Outro exemplo de tecnologia moderna e eficaz para proteção contra violações são as plataformas de simulação de ataques, que atuam para quantificar os riscos da empresa e validar seus controles de segurança, visando prever os movimentos de um invasor.

Com essa ferramenta, é possível simular violações em toda a cadeia de ataques, desde como um invasor pode se infiltrar em seu ambiente, até o movimento lateral e a exfiltração de dados. Não se trata apenas de descobrir quais dispositivos ou aplicativos são vulneráveis ou exploráveis. Trata-se de validar seu ambiente específico de negócios e conhecer os caminhos possíveis para uma invasão maliciosa, tomando como base um playbook completo dos métodos de violação.

O cibercrime é uma consequência natural da expansão dos ambientes favoráveis aos ataques cibernéticos e uma visão realista dos riscos e ameaças que enfrentamos ajudará as organizações e os consumidores a se protegerem melhor.

Apesar da epidemia dos ataques cibernéticos, as modernas tecnologias de proteção prometem tornar o mundo um lugar mais seguro. Um grande número de empresas de segurança cibernética está inovando, trazendo produtos de ponta e criando novos serviços na guerra contra o cibercrime.

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